Falar a respeito dessa realidade na qual estamos vivendo não é fácil, justo porque estamos todos enfrentando a mesma realidade. Uma estade de confinamento, que derrepente nos coloca a vivenciar situações, muito diferentes as quais estamos adaptados a vivenciar. Tais como o confinamento em si, suas práticas e limitações. Percebo a nível de ambiente terapêutico, uma exaustão emocional. As pessoas passam a reprimir questões como viabilidade sociais: como o momento da socialização ao findar de um longo dia de trabalho. Os famosos happy hours. E agora limitan-se ao confinamento de suas casas, no rotineiro convívio de seus familiares. Questão essa também desencadeadora do processo exaustivo. Anterior ao confinamento, o deslocamento ao trabalho, seria a forma dos individuos que convivem ter o seu momento fora a relação, com o confinamento, isso limita. Desencadeando um processo extressor, a nível de desentendimentos. Convívio massivo no meu ver. E dai por vez, diversas situações, que derrepente coloca a população em um momento difícil da saúde mental.
Para a criança acompanhar um ambiente de conflito, faz com desperte um ato de fragilidade, a impossibilidade de intervir. Com o atravessamento para vida adulta, essas memórias podem influenciar no comportamento do mesmo. Em situações como tomadas de decisão, fragilidade emocional e perturbação perante as realidades vividas. #ambientesaudaveis
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